Quero apresentar-vos o meu especial amigo e companheiro "Bardino" Rafael 'Cabecinha'.
fadista emérito e raro, verdadeiramente amador.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Conspiração - verdade ou ficção?
Lembrando-se do filme "Teoria da conspiração"?
Pois aqui há uma abordagem semelhante, que não nos pode deixar indiferentes.
É para ver de 'modo absorvente', e meditar calmamente. Conclusões não haverão, mas há que estar atento. Como dizem os franceses, "on sais jamais".
Pois aqui há uma abordagem semelhante, que não nos pode deixar indiferentes.
É para ver de 'modo absorvente', e meditar calmamente. Conclusões não haverão, mas há que estar atento. Como dizem os franceses, "on sais jamais".
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
As 'virtualidades' do "tio Aníbal"
Companheiros e Amigos,
Eis a forma mais distinta de rotular um cromo de
mentecapto, responsabilizando-o pelas cretinices de um energumeno, consentidas
pelo povo que ainda não aprendeu a escolher Homens íntegros que governem com
seriedade o seu País.
Aplaudo de pé o texto que classifica com brilhantismo
algo basso e cinzento que caracteriza a nossa primeira figura da nação que
consegue ofuscar negativamente, a triste imagem de Américo Tomás.
Digo eu. Abraço.
Carta aberta; Soberbo texto
Carta Aberta ao venerando chefe do estado a que isto
chegou
Senhor Presidente
Há muito muito tempo, nos dias depois que Abril floriu
e a Europa se abriu de par em par, foi V.Exa por mandato popular encarregue de
nos fazer fruir dessa Europa do Mercado Comum, clube dos ricos a que iludidos
aderimos, fiados no dinheiro fácil do FEDER, do FEOGA, das ajudas de coesão e
mais liberalidades que, pouco acostumados, aceitámos de olhar
reluzente, estranhando como fácil e rápido era passar de rincão estagnado e
órfão do Império para a mesa dos poderosos que, qual varinha mágica, nos
multiplicariam as estradas, aumentariam os direitos, facilitariam o crédito e
conduziriam ao Olimpo até aí inatingível do mundo desenvolvido.
Havia pequenos senãos, arrancar vinhas,
abater barcos, não empatar quem produzisse tomate em Itália ou conservas em
Marrocos, coisa pouca e necessária por via da previdente PAC, mas, estando o
cheque passado e com cobertura, de inauguração em inauguração, o país antes
incrédulo, crescia, dava formação a jovens, animava a construção civil , os
resorts de Punta Cana e os veículos topo de gama do momento.
Do alto do púlpito que fora do velho Botas, V.Exa
passaria à História como o Modernizador, campeão do
empreendedorismo, símbolo da devoção à causa pública,
estóico servidor do povo a partir da marquise esconsa da casa da Rua do
Possôlo.
Era o aplicado aluno de Bruxelas, o exemplo a seguir
no Mediterrâneo, o desbravador do progresso, com o mapa de estradas do ACP
permanentemente desactualizado. O tecido empresarial crescia, com pés de barro
e frágeis sapatas, mas que interessava, havia pão e circo, CCB e
Expo, pontes e viadutos, Fundo Social Europeu e tudo o que mais se quisesse
imaginar, à sombra de bafejados oásis de leite e
mel, Continentes e Amoreiras, e mais catedrais escancaradas com um simples
cartão Visa.
Ao fim de dez anos, um pouco mais que o Criador ao fim
de sete, vendo a Obra pronta, V.Exa descansou, e retirou-se. Tentou Belém, mas
ingrato, o povo condenou-o a anos no deserto, enquanto aprendizes prosseguiam a
sanha fontista e inebriante erguida atrás dos cantos de sereia, apelando ao
esbanjamento e luxúria.
No início do novo século, preocupantes sinais do
Purgatório indicaram fragilidades na Obra, mas jorrando fundos e
verbas, coisa de temerários do Restelo se lhe chamou. À porta estava
o novo bezerro de ouro, o euro, a moeda dos fortes, e fortes agora com ela
seguiríamos, poderosos, iguais. Do
retiro tranquilo, à sombra da modesta reforma de
servidor do Estado, livros e loas emulando as virtudes do novo filão
foram por V.Exa endossados, qual pitonisa dos futuros que cantam, sob o euro
sem nódoa, moeda de fortes e milagreiro caminho para o glorioso domínio da
Europa.
Migalha a migalha, bitaite a bitaite, foi V.Exa
pacientemente cozendo o seu novelo, até que, uma bela manhã de nevoeiro, do
púlpito do CCB, filho da dilecta obra, anunciou aos atarantados povos estar de
volta, pronto a servir. Não que as gentes o merecessem, mas o país reclamava
seriedade, contenção, morgados do Algarve em vez de ostras socialistas. Seria o
supremo trono agora, com os guisados da Maria e o apoio de esforçados amigos
que, fruto de muito suor e trabalho, haviam vingado no exigente
mundo dos negócios, em prol do progresso e do
desenvolvimento do país.
Salivando o povo à passagem do Mestre, regressado dos
mortos, sem escolhos o conduziram a Belém, onde petiscando umas pataniscas e
bolo-rei sem fava, presidiria, qual reitor, às traquinices dos
pupilos, por veladas e paternais palavras ameaçando reguadas ou
castigos contra a parede. E não contentes, o repetiram segunda vez, e V. Exa,
com pungente sacrifício lá continuou aquilíneo cônsul da república, perorando
homilias nos dias da pátria e avisando ameaçador contra os perigos e tormentas
que os
irrequietos alunos não logravam conter.
Que preciso era voltar à terra e ao arado, à faina e à vindima, vaticinou
V.Exa, coveiro das hortas e traineiras; que chegava de obras faraónicas,
alertou, qual faraó de
Boliqueime e campeão do betão; que chegava
de sacrifícios, estando uns ao leme, para logo aconselhar conformismo e
paciência mal mudou o piloto.
Eremita das fragas, paroquial chefe de família,
personagem de Camilo e Agustina, desprezando os políticos profissionais mas
esquecendo que por junto é o profissional da política há mais anos no poder,
preside hoje V.Exa ao país ingrato que, em vinte anos, qual bruxedo ou mau
olhado, lhe destruiu a obra feita, como vil criatura que desperta do covil se
virou contra o criador, hoje apenas pálida esfinge, arrastando-se entre a
solidão de Belém e prosaicas cerimónias com bombeiros e ranchos.
Trinta anos, leva em cena a peça de V.Exa no palco da
política, com grandes enchentes no início e grupos arregimentados e idosos na
actualidade. Mas, chegando ao fim o terceiro acto, longe da epopeia em que o
Bem vence o Mal e todos ficam felizes para sempre, tema V.Exa pelo juízo da
História, que, caridosa, talvez em duas linhas de rodapé recorde um fugaz
Aníbal, amante de bolo-rei e desconhecedor dos Lusíadas, que durante uns anos
pairou como Midas multiplicador e hoje mais não é que um aflito Hamlet nas
muralhas de Elsinore, transformado que foi o ouro do bezerro em serradura e
sobrevivendo pusilâmine como cinzento Chefe do estado a que isto chegou, não
obstante a convicção, que acredito tenha, de ter feito o seu melhor.
Respeitoso e Suburbano, devidamente
autorizado pela Sacrossanta Troika
António Maria dos Santos
Sobrevivente (ainda) do Cataclismo de 2011
Isto é sobrevivência - caçar ou morrer
O mocho
grand-duc vem direito à câmara.
O isco está
fixado sobre a lente.
A ave é
fotografada em movimento lento (1000 imagens, por segundo).
Os dois a
três últimos segundos são extraordinários: podem-se ver as asas
engrossarem para travar e as unhas a entrar em acção.
Uma
curtíssima fabulosa!!!
Eu, alentejano militante
Na minha condição de 'alfacinha', alentajano adoptivo (autónomo), dou-vos a conhecer com o maior dos prazeres a verdadeira receita - todos os ingredientes - da real açorda alentejana:
A bem da minha (nossa) Nação.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Migração local 2011 » 2012
O começo
17 almas, cheias de boas intenções (atirar a
crise para trás das costas), encaminharam-se a tempo e horas de ‘aquecer os
motores’ para a função transitória, e ‘repastar’ convenientemente para aliviar
maleitas, para o explêndido e acolhedor albergue mais conhecido (devidamente)
por A Tenda, ao encontro das duas inexcedíveis anfitriãs.
Obejectivo »»» emigrar para 2012, tanto
quanto possível atordoadas.
Preparativos
Indescritível. Aí vão as imagens possíveis.
Os acepipes
As entradas..............
E as saídas (sólidas). Das líquidas não
podemos falar por causa do balão.
Aquecer a máquina
A Paula Espadinha lançou as ‘hostilidades’.
(só
foram registadas as duas primeiras voltas)
O parzinho da noite
Os galhardetes
A Graça em plena aceleração.
E os trocadilhos de cariz ecológico.
A transição
Paula à passa.
Graça em preparação para a maratona seguinte.
E as festividades transitórias.
A dança/paródia
Palavras para quê?
Depois sobressaiu o parzinho – outro - de pombinhos.
mas....
O Nuno descartou-se. Pudera!!!!
E mais dança.
A estrela da noite
Depois veio ao de cima o grande animador do
começo de 2012;
A espaços coadjuvado por ajudantas
encartadas.
Depois caímos para o lado!!!!!!!!!!!
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