Primeiro ponto:
Sou completamente isento, mesmo para com o meu clube, Belenenses;
Segundo ponto:
O Benfica não fez o que devia para merecer este campeonato, longe disso;
Terceiro ponto:
O Porto foi, sem dúvida, o menos mau apesar das oscilações, logo ganha merecidamente o campeonato;
Quarto ponto:
Tal não invalida o comportamento menos equilibrado (até ofensivo) dos vários órgãos e agentes do Porto (só equiparável por um 'popular' dirigente Sportinguista, e outros que nem menção merecem);
Dito isto, refiro que acompanhei, com parcimónia, os jogos Marítimo/Porto e Rio Ave/Benfica. As arbitragens do Paulo Baptista e do Olegário Benquerença, em modo suave, foram exemplares (para o pretendido, não fosse o diabo tecê-las) e bem sincronizadas. Explico: faltas na grande área no limiar do admissível, marcam-se para o lado que convém, mas para o outro não; faltas avulso, marcam-se todas (mesmo as duvidosas (?)) para um lado, mas para o outro só se houver muita evidência ou protesto espontâneo; estas mesmas faltas vão sendo pinceladas com amostragens de cartões amarelos sistemáticas para um lado, para o outro só se não puder ser.
Não tenho a menor dúvida no que estou a contar-vos. Percebo agora melhor a candidatura de um Fernando Gomes para a FPF, que considero cidadão sério e competente, mas não esqueçamos que à época era o número dois do FCP. Coisas!!!!!!! Como também já me faz mais sentido a eleição dum tal Mário Figueiredo para a LPF, contra todas as expectativas, e apoiado pelos clubes "satélites" do FCP, e que agora é criticado, duramente pelo PC. Não se iludam, faz parte do espectáculo.
Também tenho acompanhado os outros jogos que têm transmissão televisiva, e nunca detectei 'inclinação de campo', a não ser os naturais erros dos árbitros (mesmo estes dois), que a dita imprensa e comentaristas contratados com (algumas excepções) se apressam a tratar mal, 'descobrindo' atitudes e erros que só eles viram, com a sapiência (e verdade absoluta, inquestionável) que alguém (???) lhes terá conferido, desvirtuando os princípios mais elementares da comunicação pública.
Já tenho saudades dos antigos comentadores e relatores. Por isso mesmo, nesta matéria só leio 'A Bola', único jornal desportivo que considero isento e capaz (descontando os dois habituais cronistas do FCP,e a cronista ligada ao Benfica, pela sua falta de respeito pelo leitor, em termos de isenção), que até em termos de informação geral me merece todo o respeito, com duas páginas de notícias sintetizadas quanto baste de Portugal e do mundo, as quais são mais que suficientes para me manter actualizado, sem ter que perder horas de televisão e e jornais que me 'atulham' o juízo desnecessáriamente.
Pensem o que entenderem conveniente, mas garanto-vos que o sistema aprendeu, adaptou-se, modernizou-se, mas anda aí.
domingo, 29 de abril de 2012
Toma lá Belém
Quando a fúria se agita........
não há Barcelona que resista.......
e, sendo o caso, avançamos com as tropas de choque......
Cantamos o hino
contamos a nossa história
E ficamos de olho neles
Se necessário, recorremos aos nossos apoiantes
FAÇAM-ME O FAVOR DE SEREM FELIZES
sexta-feira, 27 de abril de 2012
" Observador ": 25 DE ABRIL, SEMPRE
" Observador ": 25 DE ABRIL, SEMPRE: PARA NÃO ESQUECER No dia 24 de Abril de 1974, Portugal estava em guerra com Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. A Guiné-Bissau tinha ...
Amigo Virgílio, vejo com alegria que continua em forma. Vou tentar acompanhar as suas prosas. Abraço amigo.
Amigo Virgílio, vejo com alegria que continua em forma. Vou tentar acompanhar as suas prosas. Abraço amigo.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Número um
Vocês já ouviram falar da Vila Elisa?
Pois foi a primeira das diversas que hão-de
arder nesta Vila pejada de casas em ruínas e desmantelamento autónomo.
Não que os indígenas cá do sítio não façam
alertas, não reclamem, sempre perante a impassividade dos responsáveis
políticos.
Já conhecemos todas as desculpas, algumas
esfarrapadas, outras nem tanto.
Mas será que uma coisa chamada interesse
público, já não existe?
Ou será que, para além dos incêndios e
derrocadas mais ou menos inconsequentes, vai ser preciso morrer alguém para
então se lembrarem de fazer mais uma ‘molhada’ de promessas, das quais
cumprirão uma pequena parte (com sorte).
O prédio em frente á Junta é um bom exemplo.
O prédio em frente á Junta é um bom exemplo.
Isto é inqualificável. Ou, se calhar, é assim
mesmo.
De todo o modo uma coisa é certa, a classe
política (????) perdeu a vergonha e comporta-se como qualquer arruaceiro que se
preze (tenho que excluir, óbviamente, as
raras e honrosas excepções).
A vaga lusa esperança definha a passos (nem de
propósito) largos.
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